segunda-feira, 25 de maio de 2009
o que não se tem porque não há de se ter
com nada pouco do quase nada que tinha se apresentou como se apresentava o muito que possuir mesmo não possuia apenas expressava aq ou acolá o que realmente ter não tinha, ou não.
a despedida dos barcos
de onde veio esse abaixo, mais não vem, só vem do que já foi pois o que foi foi demais e mais não da, a não ser que seja bom e seja inverno.
mal havia esquecido o que acabara de lembrar e mais uma gota do orvalho nasal, que muito lembrava um rio dependendo da posição, mergulhava em seu suporte de letras, gota essa que por fim, ao final do que lê, quase impossibilitava as dobraduras do mesmo, como costumava fazer. Gota essa que minava a falta, a falta de ideias, a perda de horários, a irresponsabilidade, gota essa que em muito poluia a terra, muitas veses suportando o caos, gota responsavel por horror e terror e dinheiro e horror.
A flora, como era de costume se apresentar, trazia consigo o alivio, a busca, mas o rio ainda corria, bem verdade que na altura do tempo os barcos de velas brancas já haviam passado deixando apenas o reflexo, porem continuava o rio com o prazo de ao menos tres dias que somados aos dois sucessores a noitre caótica, fria e boemia resultavam em cinco, mesmo numero de dedos que na mesma madrugada empurravam barco a dentro, ainda sem rio.
contudo percebera que a melhor época era o inverno pois o frio e a chuva desculpavam a gripe latina.
A flora, como era de costume se apresentar, trazia consigo o alivio, a busca, mas o rio ainda corria, bem verdade que na altura do tempo os barcos de velas brancas já haviam passado deixando apenas o reflexo, porem continuava o rio com o prazo de ao menos tres dias que somados aos dois sucessores a noitre caótica, fria e boemia resultavam em cinco, mesmo numero de dedos que na mesma madrugada empurravam barco a dentro, ainda sem rio.
contudo percebera que a melhor época era o inverno pois o frio e a chuva desculpavam a gripe latina.
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