segunda-feira, 25 de maio de 2009

o que não se tem porque não há de se ter

com nada pouco do quase nada que tinha se apresentou como se apresentava o muito que possuir mesmo não possuia apenas expressava aq ou acolá o que realmente ter não tinha, ou não.

a despedida dos barcos

de onde veio esse abaixo, mais não vem, só vem do que já foi pois o que foi foi demais e mais não da, a não ser que seja bom e seja inverno.
mal havia esquecido o que acabara de lembrar e mais uma gota do orvalho nasal, que muito lembrava um rio dependendo da posição, mergulhava em seu suporte de letras, gota essa que por fim, ao final do que lê, quase impossibilitava as dobraduras do mesmo, como costumava fazer. Gota essa que minava a falta, a falta de ideias, a perda de horários, a irresponsabilidade, gota essa que em muito poluia a terra, muitas veses suportando o caos, gota responsavel por horror e terror e dinheiro e horror.
A flora, como era de costume se apresentar, trazia consigo o alivio, a busca, mas o rio ainda corria, bem verdade que na altura do tempo os barcos de velas brancas já haviam passado deixando apenas o reflexo, porem continuava o rio com o prazo de ao menos tres dias que somados aos dois sucessores a noitre caótica, fria e boemia resultavam em cinco, mesmo numero de dedos que na mesma madrugada empurravam barco a dentro, ainda sem rio.
contudo percebera que a melhor época era o inverno pois o frio e a chuva desculpavam a gripe latina.

sábado, 11 de outubro de 2008

prenuncio

Sonhara na noite anterior à noticia a noticia. Mas ainda alimentava o equivoco, porem mensurava as chanches de uma avaliação injusta de repente sem os criterios necessários.
Nenhuma derrota havia sido tão avassaladora, nenhuma encomodara tanto, quantas lagrimas rolaram sem ao menos uma escorrer, de tão assemelhava-se a prenuncio de derrocada.
Tentou por se "por-se" em limpos panos, tentou autogrifar-se de vermelha, a caneta, de tudo havia tentado no mais do tempo, mais, logo pensou na relação do tudo, na relação da vitória e derrota tentou o produto de cada um, dos dois, dos tres por um, traçou pernas e compreendeu melhor os fatos, sorrindo sim porem "por consolação".

domingo, 5 de outubro de 2008

Ao ver a sombra da água percebeu que só tem sombra o que cor tem caso contrario fosse tudo sombra seria se fosse cor o que sombra não tem.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

outra do futuro

Encontrava-se num estagio em que ao sentar-se, guardava-se em dobrar os pés para poupar o couro do sapato branco tamanha eram as opçoes diante de si.
Apresentave-se ela, de pernas desnudas e convidativa, com ar de acocoramento nos olhos e com um frescor bem cordial e a direita o ficar, o velho verbo ficar e de presente toda sua força, o lutar.
mais o ir é de certa maneira aprimorar, é lapidar, é lutar, em outros campos mais é lutar porque esse se faz necessário nesse céu hora nebuloso hora claro da vida.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

parte do todo

veri tenquiu 1000tinho....ou melhor dizendo hai ning, flando com catupily é boa, ai vc não sabe o seguinte, aq em "ilha" o pasteleiro fala assim e ainda se chama jack . Virás tu amanha? 1000tão trará uma pantera de 20 e um albino de 25 ?
não sei, sinseramente não sei. mais a duvida me consome ao passo que me alimenta.