segunda-feira, 22 de setembro de 2008

outra do futuro

Encontrava-se num estagio em que ao sentar-se, guardava-se em dobrar os pés para poupar o couro do sapato branco tamanha eram as opçoes diante de si.
Apresentave-se ela, de pernas desnudas e convidativa, com ar de acocoramento nos olhos e com um frescor bem cordial e a direita o ficar, o velho verbo ficar e de presente toda sua força, o lutar.
mais o ir é de certa maneira aprimorar, é lapidar, é lutar, em outros campos mais é lutar porque esse se faz necessário nesse céu hora nebuloso hora claro da vida.

2 comentários:

Unknown disse...

putz brother, seu estilo literário muito me lembra o saudoso Nelson Rodrigues, o jeito que voce brinca com as palavras e denota os sentidos é algo único de quem escreve em um estado de transe em que o inconsciente emerge produzindo algo que diz respeito aos arquétipos humanos, voce escreve com a alma irmão! Parabens pelo blog e pela perolas que nos deixa!

Anônimo disse...

vc é doido seu fdp..., fica aí escrevendo merda..., tá maluco...??? bjos seu viado...!!!